Enquanto as Paralimpíadas não chegam, o que aproveitar no Boulevard

A maior sacada dessas Olimpíadas, medalha de ouro no coração do povo, foi sem dúvida o Boulevard Olímpico. O espaço conquistou lugar na história dos Jogos Olímpicos mundiais como o maior evento público já realizado, reunindo cerca de 4 milhões de visitantes.

A pira, mesmo apagada, se tornará mais um monumento Olímpico do Boulevard

E o melhor:  o espaço segue recheado de atrações no intervalo até a Paralimpíada, dia 6 de setembro. A pira Olímpica, a queridinha do povo e mais fotografada, foi apagada, mas ficará para sempre no local como uma lembrança da festa, mesmo após os Jogos Paralímpicos, quando a chama que representa o espírito Olímpico deixará o Rio em definitivo.

A escultura cinética do artista americano Anthony Howe continuará integrando a paisagem da região portuária, se juntado a um poderoso conjunto de obras de medalhões como Eduardo Kobra, idealizador do gigantesco painel Etnias, e do espanhol Santiago Calatrava, que projetou o Museu do Amanhã. Um legado artístico fantástico.

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Painel do Kobra entrou para o Guinness. Legado artístico.

Veja o que continua funcionando e o que para:

Balão Panorâmico Skol volta a partir de hoje (23/08), e o público poderá subir a 150 metros de altura, talvez com menos fila.

Casa Brasil continuará funcionando nesse período pré-Paralimpíada entre 14h e 20h

Casa Colômbia – está exposição “Arte, patrimônio e cultura do Banco da República da Colômbia”. Promove também performances musicais de artistas locais e transmissões das competições num estande de café colombiano. Funcionará até 18 de setembro, de 10h às 20h. (Praça Marechal Âncora 95, Praça Quinze, Centro)

Casa México – instalada no Museu Histórico Nacional, traz três exposições: ‘A Magia do Sorriso’, ‘Frida e Eu’ e uma homenagem à história do desenho gráfico latino-americano dos Jogos Olímpicos em “América Latina, Jogos Olímpicos: México 68 – Rio 2016.

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Triunfo da Cor para deficientes auditivos

CCBB Rio – A exposição “Triunfo da Cor” segue com uma grande novidade para visitantes surdos ou com deficiência auditiva!! Está disponível um guia multimídia em Libras que conta um pouco a respeito dos artistas e obras da exposição “O triunfo da cor”. (Rua Primeiro de Março, 66)

MAR – Até o final desse mês ainda será possível ver o  Abaporu, de Tarcila do Amaral. Depois do dia 30 a obra volta para o Malba, em Buenos Aires. Mas a exposição A Cor do Brasil segue até o ano que vem.

Food trucks – vão continuar instalados ao longo do boulevard

Artistas de rua e outras atrações continuarão fazendo do Boulevard um grande palco a céu aberto.

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